Há 16 anos, Palmeiras ganhava Libertadores e formava o último ídolo: Marcos

  • Marcos comemora título conquistado pelo Palmeiras em 1999
  • Marcos comemora título conquistado pelo Palmeiras em 1999
Há exatamente 16 anos, o palmeirense celebrava sua primeira e única conquista da taça Libertadores. Mais do que isso: consolidava seu último ídolo de lá para cá, o eterno camisa 12 São Marcos.
Depois de vencer o Deportivo Cali, da Colômbia, no dia 16 de junho de 1999, nos pênaltis, a equipe colocou de vez o nome do goleiro na sua história. Ele foi eleito o melhor atleta da competição, sendo o primeiro de sua posição a ganhar tal honraria.
As melhores partidas do arqueiro, que começou sua trajetória justamente diante do Corinthians por causa de uma lesão de Velloso, foram antes da grande decisão, especialmente diante do River Plate, na Argentina, quando Marcos fechou o gol.
No grande final, que virou música da torcida, Marcos teve participação importante, mas não tão decisiva quanto antes. Nos pênaltis, viu Zapata desperdiçar a cobrança e começou a comemorar depois de ouvir o barulho da bola batendo na placa de publicidade, como ele mesmo define em entrevistas e em sua biografia. "Comecei a correr quando ouvi o 'pá' da placa".
O próprio Zapata havia feito o gol no Palestra Itália, deixando o placar em 2 a 1 após gols de Evair e Oséas. O jogo foi nervoso, especialmente por causa do jogo de ida, quando os colombianos venceram por 1 a 0.
O seguinte time disputou em um curto espaço de tempo a final da Libertadores, do Paulista e a semifinal da Copa do Brasil: Marcos; Arce, Júnior Baiano, Roque Júnior e Júnior; César Sampaio, Rogério, Zinho e Alex; Paulo Nunes e Oséas.
Mais tarde, Marcos viria a falhar no momento decisivo, em plena final de Mundial contra o Manchester United. Mesmo assim, seguiu com o nome na galeria de ídolos e ratificou sua condição na Libertadores de 2000, quando segurou a cobrança de Marcelinho Carioca e voltou a eliminar o Corinthians na Libertadores.

De lá para cá, alguns nomes que se candidataram a ídolos viraram vilões, como o caso de Kleber Gladiador e até Valdivia, que não consegue ser unanimidade no Palestra Itália. Outros, como Barcos, Henrique e Alan Kardec acabaram vendidos em meio à política de contenção de gastos.
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